Posts Tagged ‘Carreira’

Empresas quebram por causa de pessoas

Thursday, November 19th, 2009

Tomei a liberdade de dar um crtl+c / ctrl+v no texto do Eduardo Augusto dos Santos, CEO da ADDMARK e do RETAIL PRO no Brasil. Ex-CEO da Bematech no Brasil. (Meu tio e padrinho). Acho que ele irá entender né :)

O mercado de trabalho está altamente competitivo e nunca jovens (e não tão jovens) estudaram tanto para qualificar-se. Hoje ter um mestrado ou doutorado, saber línguas e informática é comum e não difícil de antever que, em breve, muitos buscarão um pós-doutorado.

Mas mesmo assim nunca foi tão difícil conseguir um emprego e manter-se nele. Ter todas essas qualificações são ótimos diferenciais, mas curiosamente menos de 25% das demissões são por incompetência técnica, ou seja, muitos são demitidos mesmo tendo ótimo currículo. São admitidos pelas suas habilidades técnicas e demitidas por suas inabilidades pessoais.

Porque será?

Fácil, porque temos que saber conviver muito bem com os outros. De nada adianta uma pessoa estar bem preparado nos estudos se não consegue se relacionar bem: dificilmente será promovido ou liderará uma equipe e é provável que nem mesmo conseguirá se manter por muito tempo no emprego.

É fundamental saber construir bons relacionamentos e trabalhar em conjunto. O diploma nos ensina muito do trabalho e da vida, mas nem sempre nos ensina a conviver. Temos que entender de gente.

Temos que saber respeitar o espaço do outro, ouvir, sermos flexíveis (olha bambu de novo), e mudar se necessário for.

Um colaborador de gênio difícil, desagregador e que tenha apenas habilidades técnicas pode ser facilmente substituído por outro que tenha a mesma qualificação. Entretanto nenhuma empresa quer perder alguém de fácil convivência, criativo, motivado e motivador.

Temos que nos adaptar-se e conhecer os diferentes estilos comportamentais e tanto na vida profissional como pessoal isso é um fator decisivo para o sucesso.

Não existe a empresa, existem pessoas. As empresas são o que as pessoas dessa empresa são. Empresas são projetos em construção, no nosso caso a “criação de nossa Torre Eiffel”.

Projetos não falham por causa de processos ou ferramentas inexistentes ou ineficientes. São pessoas que decidem usar processos, que os criam, os medem ou influenciam outras pessoas a usá-los.

De controlador o gerente passa a ser facilitador ou mentor. Ele precisa se comunicar muito bem, não só com sua equipe, mas também com o idealizador do projeto, gerentes funcionais de outras áreas e principalmente com os clientes.

Dar feedback construtivo, franco e preciso, tem que ser uma prática freqüente, usada para reforçar sucessos enquanto trata falhas como oportunidades de aprendizagem.

As diversas demandas e expectativas conflitantes de todos os interessados no projeto da empresa exigem do gerente e sua equipe habilidades de negociação de forma a chegarem a uma solução ganha-ganha para os envolvidos.

A equipe precisa identificar seu gerente como líder, notando a coerência entre seu discursos e atitude, percebendo sua habilidade em gerir conflitos de forma produtiva ou interesse em compreender suas aspirações pessoais e equilibrá-las com as da empresa.

As pessoas não podem, não devem e não querem mais ser vistas como peças de uma engrenagem de uma máquina, suas expectativas de autocrescimento, satisfação no trabalho e autonomia precisam ser administradas

Tenha certeza, motivação, integração, valorização de pessoas são verdadeiros combustíveis para o sucesso de uma empresa

Um breve, muito breve mesmo, “Ponto de Vista” sobre carreira profissional.

Tuesday, October 13th, 2009

Resgatei de um antigo blog meu um post que meu pai fez em meu blog em 2006, como o assunto não tem validade… segue abaixo o texto :)

por Luiz Roberto Cichini

Há uns dias atrás escrevi para meu filho algumas das coisas que em algumas conversas havia abordado sobre sucesso profissional. Para este assunto é claro, existem tantas abordagens e vertentes que seu conteúdo poderia se traduzir em um livro. Não minha intenção é claro.

Depois de 25 anos de trabalho em diversas situações e empresas, gostaria de repassar algumas poucas dicas que com o tempo percebi que podem ser válidas, notadamente aos jovens profissionais e aqueles que logo estarão no mundo competitivo do trabalho.

Vamos lá:

  • Só se destacam os profissionais que realmente trabalham mais que os demais e também são diferentes dos demais. É claro que também devemos ser muito melhores e para isso temos que nos dedicar mais, lendo mais, estudando mais, fazendo cursos, relacionamentos, política interna e não politicagem (aproximação com as pessoas do trabalho, com as chefias…), nos arriscando mais, utilizando a linguagem correta, poucas gírias, nunca utilizando palavras chulas principalmente com clientes e fornecedores (exemplo: sacanagem, pé no saco, nas coxas, sem falar em palavrões…!!!!), nos vestir bem, trabalharmos com honestidade, valorizar a equipe, contratar bem os colaboradores, etc, etc… A sorte estará sempre ao lado de profissionais que atendam esses requisitos…

Tenho certeza que os que seguirem estas recomendações e outras boas não citadas, estarão no rumo certo e escreverão suas histórias com sucesso. Aos que estão começando suas carreiras, não tentem queimar etapas do aprendizado…tudo vem com o tempo, contudo tentem sempre abreviar essas etapas, não perdendo tempo com coisas inúteis. Valorizem o tempo….Infelizmente no mundo competitivo, no início da carreira temos que priorizar o trabalho acima de tudo, pois é através dele que vamos conquistar nossa estabilidade financeira e satisfação de viver bem. O início de carreira pode durar anos e anos…Tenham paciência e aproveitem intensamente o tempo ocioso para fazer o que gostem. Valorizem a família e os verdadeiros amigos…..

Em fim, escrevam suas histórias com muita dedicação e principalmente SABEDORIA.

Luiz Roberto Cichini
Economista, diretor de logística da Total Express.

Gestos e olhares valem como palavras

Wednesday, March 25th, 2009

É muito interessante a forma de comunicação entre as pessoas. Você pode estar na Índia ou no Afeganistão, e por mais que não tenha conhecimento da língua usada na região certamente você não passará fome. Os gestos, os olhares eu diria que são 50% ou mais na comunicação entre pessoas.

Não é só o que a pessoa fala que deve ser observado, atitudes durante a conversa contam demais.

É claro que um dia ou outro você pode estar distraído, com a cabeça em algo mais importante, ou até mais descontraído, isso é normal. Então tente fazer uma análise do seu comportamento em uma conversa em linhas gerais, mas lembre-se de que nestas conversas em que você não está de fato dentro da conversa, pois algo te distrai, pode ser uma conversa muito importante, que naquele momento você não consiga enxergar desta forma, verá que no futuro ela poderá fazer muita falta.

Por isso o importante é estar sempre concentrado no presente durante as conversas.

Hoje achei um artigo bem legal publicado no site www.administradores.com.br, que definem um pouco da personalidade de cada um com o comportamento nas conversas.

Leve isso para a sua vida profissional, pois com certeza irá fazer a diferença. No começo é realmente mais difícil se sentir a vontade conversando com pessoas desconhecidas, mas lembre-se de que são pessoas como você, mas diferentes de você, e logo irá se acostumar com isso, pois sua vida profissional toda irá precisar disso.

Segue um trecho do artigo onde se explica cada perfil:

Agressivo
É o tipo que fala alto, franze demais as sobrancelhas e encara demoradamente os outros. Durante as conversas, fica vermelho com facilidade e curva-se para a frente, em atitude ameaçadora. 

Dica: Procure relaxar e tente descobrir o que está levando você a agir dessa maneira. Caso contrário, o ambiente à sua volta sempre ficará tenso.

Invasivo

Toca demais as pessoas, dando tapinhas no ombro ou segurando o braço delas. Esse é o típico invasivo e, convenhamos, pouca gente se sente confortável ao lado de pessoas que agem dessa maneira.

Dica: Respeite a chamada “zona de conforto” alheia, mantendo alguma distância daqueles com os quais você não tem intimidade (até 0,5 metro, segundo alguns especialistas). Ou apenas evite tocar as pessoas durante as conversas. 

Desinteressado

Olha para todos os lados, exceto para a pessoa com quem está conversando. Também costuma checar as horas, mexer nos papéis e canetas ou simplesmente se perder em devaneios durante as reuniões de trabalho. 

Dica: Controle a dispersão e tente descobrir o que está prejudicando a sua concentração. Um trabalho entediante, muitas vezes, pode levar a esse tipo de comportamento. 

Submisso

Com a cabeça baixa e o olhar frequentemente voltado para o chão, é o tipo que tenta passar desapercebido. Evita confrontos e se incomoda visivelmente com as pessoas de comportamento agressivo.

Dica: Erga o queixo e procure olhar as pessoas nos olhos ao se comunicar com elas. Assim, você passará uma imagem de autoconfiança e conquistará mais respeito dos colegas.